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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Capitã Terri Gurrola se reencontra com sua filha depois de servir no Iraque por 7 meses






 
Foto: Louie Favorite/The Journal of Constitution/AP
"Ter deixa minha filha para trás foi a coisa mais difícil que eu já tive que fazer. Ela tinha dois anos quando comecei o serviço no Iraque, em 2007. Eu não seria capaz de vê-la em seu próximo aniversário. Meu maior medo era que ela se esquecesse quem eu era", conta Gurrola.

Eu era a única mulher em todo o batalhão. Quando eu desembarquei do avião, um senhor veio me cumprimentar, como fazem todos os militares e mulheres quando voltam. Ele estendeu a mão e disse: "Bem-vinda, capitã." Depois de um tempo ouvi esta bela e familiar voz gritando: "Mamãe!". Olhei em sentido de onde a voz estava vindo. Lembro-me de correr de joelhos e agarrando Gaby; Eu não poderia deixar de ir la por um segundo. Ela continuou dizendo: "Mamãe, eu senti sua falta."

Eu estava chorando lágrimas de alegria pelo fato de que Gaby não ter me esquecido. Quando me dei conta, vi que cada pessoa que estava no aeroporto estavam chorando também. Homens, mulheres - não estou brincando: todos eles estavam chorando, conta Gurrola.

Eu não tinha ideia do impacto que esta fotografia ia ter. Um dia, Gaby e eu estávamos em pé numa fila em um aeroporto, quando ela disse: "Olha, mamãe, somos nós!" E lá estávamos em um grande cartaz.

A foto do emocionante encontro já percorreu o mundo todo e é considerada uma das mais belas da história
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Davi Holanda

Editor

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